Representantes do setor de bares e restaurantes discordam sobre o efeito do tratamento diferenciado conquistado na reforma tributária.
Para a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), ainda assim a reforma irá favorecer o setor com uma tributação igual à atual ou até um pouco menor, uma vez que, além da alíquota especial, o valor das gorjetas, bem como das taxas de intermediação de plataformas como IFood, foram excluídos da base de cálculo dos novos tributos.
A Fhoresp (Federação dos Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo) discorda e afirma que a carga do setor vai aumentar.
A reforma prevê um regime específico para o setor, com redução de 40% nas alíquotas dos novos tributos sobre o consumo, IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), em operações com alimentos e bebidas não alcoólicas.
Há uma série de dúvidas sobre o quão vantajosa é a adesão a esse regime para o setor, que movimentou R$ 500 bi em 2025 e emprega cerca de 7 milhões de pessoas.










