Medida busca identificar a motivação LGBTfóbica dos crimes e ampliar as estatísticas sobre esse tipo de violência no país 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Pessoas andam sob uma bandeira do movimento LGBTQIA+ — Foto: Unsplash Crimes de homotransfobia poderão ganhar registro próprio nos sistemas de segurança pública do país. A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (9), um projeto que obriga o registro dessas ocorrências de forma específica, permitindo a produção de estatísticas mais precisas sobre a violência contra a população LGBTQIAPN+. A proposta, de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), recebeu parecer favorável do deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-RJ). O texto prevê que os boletins de ocorrência passem a incluir campos sobre orientação sexual, identidade de gênero, nome social e raça ou cor da vítima. Hoje, casos motivados por LGBTfobia costumam ser enquadrados como racismo, o que dificulta a identificação e o acompanhamento desse tipo de crime. O projeto também prevê a capacitação de agentes de segurança pública para o registro adequado das ocorrências. A matéria ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara antes de seguir para o Senado.
Homotransfobia poderá ter identificação própria em boletins de ocorrência
Medida busca identificar a motivação LGBTfóbica dos crimes e ampliar as estatísticas sobre esse tipo de violência no país









