PUBLICIDADE Suspeito estava foragido desde 2020, após ser condenado a 18 anos de prisão por homicídio quailificado 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Apontado como fornecedor de armas para o PCC é preso em sítio em SP — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 08/07/2026 - 21:25 Polícia de SP prende principal fornecedor de armas do PCC foragido desde 2020 A Polícia Civil de São Paulo prendeu um homem considerado o principal fornecedor de armas para o PCC, foragido desde 2020 após ser condenado por homicídio qualificado. Capturado em Araçariguama, ele era responsável por trazer armamentos do Paraguai e armazená-los em imóveis para o grupo criminoso. A operação encontrou o suspeito e um segurança armados, investigando também seu envolvimento com tráfico internacional e documentos falsos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quarta-feira um homem apontado como principal articulador na compra de distribuição de armas vindas do Paraguai para o Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo. Ele foi preso em um sítio no município de Araçariguama. O suspeito estava foragido desde 2020, após ser condenado a 18 anos de prisão por homicídio quailificado. As investigações revelaram que o suspeito mantinha imóveis para armazenar armamentos destinados às organizações criminosas. As autoridades também investigam o uso de empresas intermediadoras para operacionalizar o esquema. Ele atuava a partir de uma comunidade no Butantã, na Zona Oeste da capital. Os investigadores acabaram por descobrir que ele se escondia em uma área rural de Sorocaba. Na ação, os policiais abordaram o homem e o segurança do sítio, ambos portando pistolas de calibre .380 e 9mm e com numeração raspada. O suspeito também é investigado pelos crimes de organização criminosa, posse, tráfico internacional e comércio ilegal de armas de fogo, falsidade ideológica e uso de documento falso.
Polícia Civil de SP prende homem apontado como principal fornecedor de armas do PCC
Suspeito estava foragido desde 2020, após ser condenado a 18 anos de prisão por homicídio quailificado







