Um navio-tanque de GNL (gás natural liquefeito) do Qatar corria risco de explodir e um navio-tanque de petróleo bruto da Arábia Saudita sofreu danos perto do estreito de Hormuz após novos ataques nesta terça-feira (7). Esses desdobramentos levaram a Casa Branca a revogar uma licença concedida ao Irã para vender petróleo.
A nova escalada do conflito interrompe uma frágil trégua entre Washington e Teerã, em vigor desde o final de junho, e puxaram os preços do petróleo para cima. O barril Brent, referência global, que vinha oscilando em torno do patamar de preços pré-guerra na última semana, voltou a subir com força nesta terça-feira (7).
O contrato de setembro disparou 5,49%, a US$ 75,94, superando novamente a marca de US$ 72,48, preço de encerramento em 26 de fevereiro, dois dias antes do início dos ataques. Nas primeiras negociações desta quarta-feira (8), às 22h15 de terça (horário de Brasília), caía 0,33%, a US$ 75,64.Após os novs ataques, autoridades marítimas elevaram o nível de risco para embarcações que transitam pela via navegável para "grave". Embora o tráfego pelo estreito tenha se recuperado na última semana, ele continua irregular, variando entre um terço e um quinto dos níveis anteriores à guerra.















