0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Navio transita pelo Estreito de Ormuz — Foto: Bloomberg RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 07/07/2026 - 19:44 Tensão no Oriente Médio faz preço do petróleo disparar 5% O preço do petróleo disparou 5% devido à tensão no Oriente Médio, com ataques a navios no Estreito de Ormuz, atribuindo-se a responsabilidade ao Irã. O Brent atingiu US$ 75,94 por barril nas negociações eletrônicas, refletindo a incerteza sobre o cessar-fogo na região. A revogação da licença americana para venda de petróleo iraniano intensificou a volatilidade, destacando o equilíbrio precário do mercado. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O petróleo fechou o dia em alta de cerca de 3%, com o Brent a US$ 74,16 o barril e o WTI a US$ 70,44. Após o fechamento oficial, o petróleo ampliava os ganhos nas negociações eletrônicas, com o Brent sendo negociado a US$ 75,94 o barril, alta de 5,6%, por conta da tensão no Oriente Médio. O movimento da última semana foi volátil, mas de alta. No entanto, o preço vem caindo: a cotação saiu de US$ 94,25 em 8 de junho para US$ 74,16, uma baixa de US$ 20,09, ou 21,3%, no período. Esse movimento acontece nesta terça-feira por conta dos novos ataques a navios no Estreito de Ormuz, atribuídos ao Irã, que colocaram em dúvida a solidez do cessar-fogo firmado depois da guerra entre Estados Unidos, Israel e o país persa, salienta Vitor Kayo, economista sênior da Nomad. Pelo menos três embarcações foram atingidas nas últimas horas, entre elas um petroleiro saudita e um navio de GNL do Catar, bem no momento em que o mercado apostava em uma volta gradual à normalidade na região. — A preocupação ganha peso porque essa passagem é um dos principais gargalos energéticos do mundo, por onde escoa boa parte do petróleo e do gás natural liquefeito que abastecem o planeta — explica o economista. A tensão cresceu ainda mais no fim da tarde, quando o Tesouro americano revogou a licença que permitia a venda de petróleo iraniano, medida anunciada como resposta aos ataques em Ormuz. A notícia deu novo fôlego à commodity já fora do horário regular de negociação, quando os contratos futuros chegaram perto de 5% de alta. — O episódio mostra que o petróleo segue no fio da navalha. De um lado, o risco geopolítico no Oriente Médio. Do outro, a sensação de que o mercado está bem abastecido, com a retomada das exportações do Golfo e o afrouxamento gradual dos cortes de produção da Opep+ funcionando como contrapeso a qualquer escalada.
'Petróleo segue no fio da navalha': preço do barril dispara 5% com risco ao cessar-fogo no Oriente Médio
'Petróleo segue no fio da navalha': preço do barril dispara 5% com risco ao cessar-fogo no Oriente Médio










