Bloco vê indústria militar turca como chave diante de ameaças de Donald Trump à Otan Erdogan (à dir.) recebe o secretário da Otan, Mark Rutte: país passou a ser visto como parceiro estratégico europeu — Foto: Presidência da Turquia via AP Talvez tenha sido apenas um escorregão quando Ursula von der Leyen alertou para o risco de a Europa cair sob a influência da Rússia, da China e da Turquia. Foi uma gafe terrível. A presidente da Comissão Europeia havia acabado de igualar dois dos maiores rivais da Europa a um aliado-chave na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan, a aliança militar ocidental) e candidato de longa data a entrar na União Europeia. Poucos dias depois, quando a entidade já havia feito uma retratação desajeitada das declarações, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, retrucou: “A Europa precisa mais da Turquia do que a Turquia precisa da Europa.”
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