Presidente americano quer que a arrecadação com tarifas substitua o imposto de renda federal, o que contradiz frontalmente seu desejo de proteger setores favorecidos e negociar a redução das tarifas impostas por outros países Em abril do ano passado, usando uma linguagem que evocava a Declaração de Independência, Donald Trump anunciou um “dia da libertação” marcado por uma extraordinária campanha de aumentos maciços de tarifas. Ele e seu governo deixaram claro suas inspirações políticas: o congressista republicano e posteriormente presidente William McKinley, que impôs tarifas elevadas para proteger a indústria manufatureira americana no fim do século 19. Antes dele, fizeram o mesmo o senador e secretário de Estado Henry Clay, que negociou um compromisso tarifário entre interesses agrícolas e industriais na década de 1830; e o primeiro secretário do Tesouro dos EUA, Alexander Hamilton, que instituiu tarifas para financiar o governo federal da república recém-criada.
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