O técnico Carlo Ancelotti tem várias opções para substituir Lucas Paquetá no jogo deste domingo (5) contra a Noruega.

Uma delas é manter o tripé no meio-campo com a entrada de Danilo Santos ou Éderson, junto com Casemiro e Bruno Guimarães. Outra, utilizada no segundo tempo da partida contra o Japão, é escalar Endrick como centroavante e recuar Matheus Cunha para armar e marcar pela esquerda.

Uma terceira opção é Gabriel Martinelli, que pode fazer a função de Paquetá ou ser um ponta-esquerda que ataca e defende e ainda jogar mais centralizado, como atuou contra o Japão, quando entrou no lugar de Matheus Cunha.

Uma das qualidades de Ancelotti é não seguir os chavões, as formas pré-estabelecidas. Ele sabe o momento de decidir, mesmo se der errado, pois há inúmeros outros fatores importantes em um jogo.

A Noruega joga com quatro defensores, dois meio-campistas, um ótimo meia de ligação livre (Odegaard), dois pontas e um centroavante.