Buscamos as opiniões de um júri formado pelo ex-ministro Joaquim Levy, o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho e o diretor da FGV Social Marcelo Neri 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Bernardo de Souza Franco — Foto: Reprodução Hoje, véspera do jogo contra a Noruega, entramos em campo com uma seleção de economistas, depois de escalar os times da música, dos livros, da história do Brasil e dos atores. A escolha foi feita por um júri de peso, formado pelo ex-ministro Joaquim Levy, o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho e o diretor da FGV Social Marcelo Neri. Levy, depois de ressaltar que era “uma missão difícil, mas estimulante”, arriscou três a quatro nomes de grandes economistas brasileiros e, ciente, aliás, como os outros membros do júri, de que deixaria de fora inúmeros mestres “que conheci e admirei, inclusive pela civilidade e pelo carinho de tantos deles”. Sua lista conta com Aloisio Araújo (“economista e matemático que, na juventude dos seus 80 anos, acaba de receber o Sonnenschein Service Prize da prestigiosa Econometric Society”), Mário Henrique Simonsen (“meu professor na FGV, mente brilhante e versátil, além de exemplo de retidão sempre inspirador”), Celso Furtado (“por seu excepcional trabalho sobre a formação econômica do Brasil e por um caráter humano ímpar”) e Bernardo de Souza Franco, na foto acima, (“defensor da abolição e também ministro da Fazenda, entre 1848 e 1857, quando implementou o fim do monopólio de emissão de moeda, favorecendo a liberdade econômica e o empreendedorismo”). Na seleção de Luciano, os grandes gigantes do pensamento econômico brasileiro são Celso Furtado (“o maior”), Maria da Conceição Tavares, Antônio Barros de Castro, Ignácio Rangel e Carlos Lessa (“esses nomes dentre os heterodoxos”) . Também foram agregados Delfim Netto (“pragmático”) e Mário Henrique Simonsen (“eclético”). E, finalmente, Neri, numa analogia com as vitórias do Brasil em Copas do Mundo, escalou Mário Henrique Simonsen (“pela busca da consistência macro e pela formação de gerações de economistas na época do Tri de 1970”), Edmar Bacha (“representando o time dos pais do Plano Real na época do tetra de 1994”) e Ricardo Paes de Barros (“um dos pais do Bolsa Família, colhendo a redução da desigualdade a partir da nossa última conquista, a da Copa de 2002”).
É a vez da seleção brasileira dos... economistas
Buscamos as opiniões de um júri formado pelo ex-ministro Joaquim Levy, o ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho e o diretor da FGV Social Marcelo Neri








