Veículos da Espanha, Inglaterra e França destacam tradição da seleção em estreias de Copa, mas apontam ausência de Neymar e pressão pelo fim do jejum de títulos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Carlo Ancelotti e Vinicius Junior deram coletivas no MetLife Stadium, palco da estreia do Brasil com o Marrocos — Foto: Rafael Ribeiro / CBF RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/06/2026 - 08:51 Estreia do Brasil na Copa de 2026: Perspectivas Internacionais e Desafios para Ancelotti A imprensa internacional analisa a estreia do Brasil na Copa de 2026 com expectativas variadas. Na Espanha, o Diario AS destaca o histórico positivo em estreias e lamenta a ausência de Neymar. O Marca foca em Marrocos, ressaltando Brahim Díaz. O britânico The Guardian aponta a pressão sobre Ancelotti para quebrar o jejum de títulos. Já o francês L'Équipe vê o Brasil fora do grupo de favoritos, mas destaca a renovada confiança com Ancelotti e Neymar. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO À medida que a bola se aproxima de rolar para Brasil e Marrocos no MetLife Stadium, a expectativa não mobiliza apenas torcedores brasileiros. Nos principais jornais esportivos da Europa, a estreia da Seleção na Copa do Mundo de 2026 ocupa espaço de destaque e ajuda a revelar como o futebol internacional enxerga a equipe comandada por Carlo Ancelotti. Apesar de diferentes abordagens, há um ponto de consenso: o Brasil continua sendo tratado como uma das grandes forças do futebol mundial, mesmo sem conquistar uma Copa do Mundo desde 2002. Espanha destaca histórico em estreias O jornal espanhol Diario AS optou por olhar para a história. Em reportagem publicada neste sábado, o veículo lembra que o Brasil perdeu apenas duas vezes em 22 estreias de Copas do Mundo. Para o diário madrilenho, a Seleção chega como favorita diante de Marrocos, mesmo reconhecendo a dificuldade do confronto contra a equipe africana, semifinalista da última edição do torneio. O AS também destaca a principal ausência brasileira para a partida: Neymar. Segundo o jornal, a estreia será marcada pela expectativa em torno do retorno do camisa 10, que segue em recuperação de uma lesão na panturrilha e deve ficar fora do confronto inicial. Marca volta os olhos para Marrocos Também na Espanha, o jornal Marca escolheu um caminho diferente. Em vez de concentrar a atenção na Seleção Brasileira, o veículo transformou a partida em uma espécie de palco para a estreia de Brahim Díaz em Copas do Mundo. A publicação destaca o meia marroquino como principal estrela dos Leões do Atlas e lembra sua amizade com Vinícius Júnior, companheiro de Real Madrid. Para o jornal, Brahim chega ao torneio vivendo um dos melhores momentos da carreira e representa a principal esperança marroquina diante do Brasil. O destaque dado ao jogador mostra como a imprensa espanhola vê o confronto não apenas como um teste para a Seleção, mas também como uma oportunidade para uma das estrelas emergentes do futebol espanhol-brasileiro mostrar seu valor em escala global. Inglaterra enfatiza a pressão Já o jornal britânico The Guardian concentra sua análise em Carlo Ancelotti. Em reportagem publicada diretamente de Nova York, o veículo afirma que o italiano assumiu uma das tarefas mais difíceis do futebol mundial: encerrar o maior jejum de títulos da história da Seleção Brasileira. The Guardian concentra sua análise em Carlo Ancelotti — Foto: Reprodução A publicação faz paralelos entre o momento atual e a campanha do tetracampeonato de 1994, também conquistado em solo americano, e ressalta a pressão que envolve a equipe. O Guardian destaca ainda declarações do goleiro Alisson, que definiu a função de técnico da Seleção como um cargo que pode carregar "mais pressão do que a de presidente do país". Para os ingleses, a grande virtude brasileira está na combinação entre uma defesa experiente, liderada por Marquinhos e Gabriel Magalhães, e um ataque comandado por Vinícius Júnior e Raphinha. França vê Brasil fora do grupo dos favoritos Na França, o L'Équipe adota uma abordagem mais cautelosa. O tradicional diário esportivo afirma que o Brasil inicia o Mundial sem figurar entre os principais favoritos ao título, algo incomum para a seleção mais vencedora da história da competição. L'Équipe adota uma abordagem mais cautelosa — Foto: Reprodução Ainda assim, o jornal destaca que a chegada de Ancelotti e a presença de Neymar — mesmo lesionado — renovaram a confiança dos torcedores brasileiros. A publicação também ressalta o discurso de confiança adotado internamente pelos jogadores, que acreditam na possibilidade de conquistar o hexacampeonato apesar das dúvidas levantadas por analistas internacionais.
'Especialista em estreias' e sob pressão histórica: o que a imprensa internacional diz sobre o Brasil antes do Mundial
Veículos da Espanha, Inglaterra e França destacam tradição da seleção em estreias de Copa, mas apontam ausência de Neymar e pressão pelo fim do jejum de títulos
Brasil abre Copa 2026 contra Marrocos sem Neymar, com Ancelotti responsável por quebrar jejum de 24 anos sem título (último em 2002). Imprensa europeia coloca Seleção fora dos favoritos — situação rara que expõe fragilidade geracional e pressão por performance imediata.







