A defesa do ex-presidente pediu a prorrogação afirmando que o quadro de saúde de Bolsonaro ainda é delicado O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou nesta sexta-feira (3) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de detenção por liderar uma tentativa de golpe de Estado. O benefício foi dado em março pelo prazo de 90 dias, que se encerrou em 25 de junho. A defesa do ex-presidente pediu a prorrogação afirmando que o quadro de saúde de Bolsonaro ainda é delicado e ele receberia melhores cuidados em casa. Na nova decisão, Moraes não define prazo para a domiciliar. O ministro também revogou o porte de arma de Bolsonaro, através do certificado de registro de colecionador e de atirador desportivo e caçador, além da apreensão de todas as armas de fogo vinculadas a ele. Ao todo, o ministro determinou o confisco de 11 armas, entre pistolas, carabinas e espingardas. Segundo a decisão, a defesa do ex-presidente deverá entregar as armas à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, no prazo de 48 horas. Bolsonaro em prisão domiciliar — Foto: Luis Nova/AP

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