PUBLICIDADE Na mensagem em vídeo, transmitida do Centro Nacional da Constituição, na Filadélfia, Leão XIV encorajou seus compatriotas americanos a cultivarem a 'unidade' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Papa Leão XIV durante visita à cidade de Malabo, na Guiné Equatorial, em viagem de 11 dias por países na África, em abril — Foto: Alberto Pizzoli/ AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 03/07/2026 - 14:02 Papa Leão XIV Pede Moderação e Unidade no Debate Público dos EUA O Papa Leão XIV, em vídeo do Centro Nacional da Constituição na Filadélfia, pediu "moderação" no debate público dos EUA na véspera do 250º aniversário da independência do país. Sem citar Donald Trump, ele destacou a importância de "respeito às opiniões" e "unidade", apontando a influência dos imigrantes na construção do país. O discurso, que sugere críticas ao estilo divisivo de Trump, reflete as tensões entre o Papa e o presidente, acirradas por discordâncias sobre imigração e a guerra com o Irã. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O Papa Leão XIV pediu nesta sexta-feira "moderação" no debate público nos Estados Unidos e "respeito pelas opiniões alheias", em um discurso proferido na véspera do 250º aniversário da independência do país. Sem mencionar o presidente americano, Donald Trump, o Pontífice, que é nascido em Chicago, encorajou seus compatriotas a buscarem "pontos em comum" e a cultivarem a "unidade", destacando como as "sucessivas ondas de imigrantes moldaram o futuro do país". Em seu discurso, o Papa defendeu "um debate público marcado pela moderação, pelo respeito às diferentes opiniões e por um esforço constante para encontrar pontos em comum". Ele também expressou a esperança de que o 250º aniversário da Declaração da Independência servisse como ocasião para uma "renovação solene do compromisso" com os ideais fundadores dos EUA. A mensagem em vídeo, transmitida do Centro Nacional da Constituição, na Filadélfia, pareceu conter diversas alusões ao estilo polarizador de Trump. Os líderes têm se confrontado repetidamente nos últimos meses devido às críticas do Papa à política de imigração linha-dura dos EUA e à guerra contra o Irã. Em novembro, também nos EUA, todos os olhos estarão voltados para as eleições de meio de mandato, nas quais o Partido Republicano, de Trump, busca manter o controle do Congresso. Troca de farpas O Pontífice é um dos mais influentes críticos da guerra que os EUA iniciaram contra o Irã no último dia de fevereiro. Ele condena a idolatria de pessoas e do dinheiro, e os perigos da arrogância e da “violência absurda e desumana” desencadeada pelo conflito, que aprofundou a instabilidade no Oriente Médio. Em abril, Trump chegou a chamar o Pontífice de "fraco" no combate ao crime e "péssimo" em política externa. Leão XIV, por sua vez, afirmou que "não tem medo" do republicano. Em seu primeiro ano como Pontífice, Leão evitou críticas diretas ao presidente e recusou discretamente um convite inicial para visitar Washington. Em janeiro, porém, manifestou preocupação com a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelo governo Trump.
Sem citar Trump, Papa pede 'moderação' no debate público nos EUA na véspera do 250º aniversário da independência do país
Na mensagem em vídeo, transmitida do Centro Nacional da Constituição, na Filadélfia, Leão XIV encorajou seus compatriotas americanos a cultivarem a 'unidade'














