A Nasa e a startup Katalyst lançaram nesta sexta-feira (3) uma missão inédita para rebocar um telescópio espacial para uma órbita mais segura.
Inicialmente programado para terça-feira (30), o lançamento chegou a ser adiado devido ao mau tempo e, posteriormente, a problemas técnicos. A missão teve início às 5h36 desta sexta, a partir de um atol no oceano Pacífico.
O objetivo é salvar o Observatório Neil Gehrels Swift, da agência espacial americana. Swift, como também é chamado, vem observando galáxias distantes e buracos negros desde 2004, embora tenha sido originalmente projetado para o estudo de explosões de raios gama no Cosmos. O equipamento é avaliado em US$ 500 milhões (US$ 2,6 milhões).
Swift, sem capacidade de propulsão própria, está avariado. Segundo a Nasa, se nada for feito, ele deve naturalmente seguir em direção à Terra e se desintegrar na atmosfera até o fim deste ano.
Pensou-se, então, em uma missão para tentar evitar que isso ocorra. Em setembro, a Nasa contratou a Katalyst Space Technologies por US$ 30 milhões (R$ 155,8 milhões). A empresa fica em Flagstaff, no estado americano do Arizona.













