A festa junina na creche da minha filha aconteceu no último final de semana e confesso que estava ansiosa para participar do primeiro evento de sua vida escolar.
Oficialmente era uma festa cultural, portanto a vestimenta era livre, mas enfiei na cabeça que Elisa, 3, usaria um vestido bem no estilo caipira.
Sou daquelas pessoas que fazem listas de pendências e fica repassando na mente. Não é muito saudável, eu sei, mas é assim que meu cérebro funciona.
Enfim, a tarefa era simples: comprar um vestido. Mas na vida corrida de jornalista, mãe de duas, com mil outros afazeres, o básico foi ficando para depois. Já era a véspera da festa e a mamãe com prazo apertado, com matéria para entregar, teve que dar seu jeito na hora do almoço e fazer brotar a indumentária. Ainda bem que tenho sorte e encontrei um belo vestido bem próximo de casa. Ufa, tarefa cumprida.
Roupas e adereços separados na noite anterior, mas a mãe nem dormiu direito, ansiosa e com medo de chegarmos atrasados. Valha-me Deus perder o horário da apresentação.









