José Luiz Runco acha equivocada a preocupação excessiva com os exames de imagem: ‘a gente não pode esquecer de fazer perguntas, escutar e botar a mão no doente’ — Foto: Lula Palomanes A Copa do Mundo está sendo disputada longe do Brasil, mas nas últimas semanas o celular do doutor José Luiz Runco no Rio de Janeiro não parou de tocar. Jornalistas, radialistas, comentaristas, influenciadores de rede social e até uns amigos curiosos tinham todos a mesma pergunta: e o Neymar, doutor?

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