O Brasil não precisa escolher entre Estado e mercado. Pode fazer com que ambos trabalhem juntos e melhor. Essa é uma das lições das democracias que conseguiram crescer, reduzir desigualdades e ampliar oportunidades.
O desenvolvimento sustentável não nasce dos extremos. Ele termina com os extremistas. De direita ou de esquerda. O verdadeiro desenvolvimento nasce do equilíbrio, da capacidade de unir diálogo, respeito, eficiência econômica e compromisso social, em um mesmo projeto de país.
Durante décadas, o debate público brasileiro foi capturado por uma falsa divisão. De um lado, os que acreditam que o Estado deve assumir cada vez mais responsabilidades econômicas. De outro, os que imaginam que o mercado pode resolver sozinho todos os desafios sociais.
A realidade demonstra que nenhuma dessas visões, isoladamente, produz prosperidade duradoura. Extremistas amam o populismo e autoritarismo. E detestam eficiência e transparência. O Brasil precisa de um modelo liberal-social. Um formato que valorize a livre iniciativa, a segurança jurídica, a responsabilidade fiscal e a atração de investimentos, sem abrir mão da missão essencial do poder público de proteger os mais vulneráveis, ampliar oportunidades de trabalho e inclusão social.






