Lidas em conjunto, as três decisões recentes da Suprema Corte dos EUA sobre a agenda anti-imigração de Donald Trump impuseram derrota apenas parcial ao presidente.
O tribunal, de sólida maioria conservadora, expandiu os poderes da Casa Branca contra imigrantes e solicitantes de refúgio, mas também reafirmou o compromisso constitucional com a concessão automática de cidadania por nascimento no país.
Por 6 votos a 3, o governo federal foi autorizado a encerrar o programa, criado pelo Congresso em 1999, que concede status legal temporário a pessoas oriundas de países considerados inseguros devido a guerras, desastres naturais ou outras crises.
Estima-se que a medida possa levar à deportação de mais de 350 mil haitianos e 6.100 sírios, entre outras nacionalidades.
Em outra decisão de mesmo placar, a corte permitiu que a entrada física de solicitantes de asilo na fronteira dos Estados Unidos com o México seja negada.














