PUBLICIDADE Nota diz ainda que, independentemente das negociações que estão em curso, os motoristas terão um reajuste salarial de 4,39% no próximo pagamento 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Segundo dia de greve dos Rodoviários no Rio de Janeiro. Ônibus lotado no Terminal Gentileza — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 01/07/2026 - 11:27 Greve de ônibus no Rio chega ao 3º dia com frota reduzida e tensões aumentam A greve de ônibus no Rio de Janeiro persiste no terceiro dia, com a frota nas ruas abaixo dos 80% exigidos pela Justiça. O Rio Ônibus culpa o Sindicato dos Rodoviários por não enviar a escala de trabalho e denuncia vandalismo. Apesar das tensões, motoristas receberão um reajuste salarial de 4,39%. O prefeito responsabiliza a Rio Ônibus pelo descumprimento judicial, enquanto passageiros enfrentam dificuldades. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O Rio Ônibus — que representa as empresas — divulgou uma nota, nesta quarta-feira, responsabilizando baderneiros e o Sindicato dos Rodoviários do município do Rio de Janeiro pelo não cumprimento da ordem judicial que determinava a circulação de 80% da frota neste terceiro dia da greve da categoria. Segundo o documento, o sindicato não enviou a escala de trabalho aos motoristas. Já algumas pessoas estariam ameaçando os profissionais dispostos a trabalhar. Além disso, também estariam vandalizando os coletivos. A nota diz ainda que, independentemente das negociações que estão em curso, os motoristas terão um reajuste salarial de 4,39% no próximo pagamento. Terceiro dia de greve dos rodoviários do Rio 1 de 14 Terceiro dia de greve dos rodoviários no Rio. BRT lotado na altura da Taquara — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo 2 de 14 Ponto de ônibus em São Cristovão — Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo X de 14 Publicidade 14 fotos 3 de 14 Terminal de ônibus na Taquara — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo 4 de 14 A longa fila no Terminal da Taquara — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo X de 14 Publicidade 5 de 14 Passageiros no Terminal de Deodoro sem conseguir ônibus para seguirem para seus destinos — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo 6 de 14 Filas no terminal gentileza — Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo X de 14 Publicidade 7 de 14 Passageiros tentam entrar num ônibus do BRT no Terminal Alvorada — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo 8 de 14 Ponto de ônibus na Av Francisco Bicalho — Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo X de 14 Publicidade 9 de 14 Ponto de ônibus na Leopoldina — Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo 10 de 14 Terminal Alvorada — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo X de 14 Publicidade 11 de 14 Na foto, longas filas se formaram no Terminal Gentileza — Foto: Márcia Foletto 12 de 14 Na foto, longas filas se formaram no Terminal Gentileza — Foto: Márcia Foletto X de 14 Publicidade 13 de 14 Na foto, ponto de ônibus de São Cristóvão, na Avenida Osvaldo Aranha — Foto: Márcia Foletto 14 de 14 Na foto, ponto de ônibus que vão para a Zona Sul, na Leopoldina — Foto: Márcia Foletto X de 14 Publicidade Mais cedo, o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, em entrevista ao Bom Dia Rio, responsabilizou o Rio Ônibus pelo descumprimento da decisão da Justiça que determinava a circulação de uma frota mínima nesta quarta-feira. Segundo a prefeitura, o Rio tem uma frota de 2.880 coletivos. Nesta quarta-feira, no entanto, só haviam 1.650 Ônibus nas ruas, número bem abaixo do que foi determinado pela Justiça. Abaixo, segue a íntegra da nota do Sindicato Rio Ônibus. "O Rio Ônibus vem comunicar, especialmente aos motoristas de ônibus que não estão trabalhando por determinação do presidente do Sindicato dos Rodoviários, Sebastião José, que independentemente das negociações que estão em curso, no próximo pagamento - referente ao mês de junho - já terão um reajuste salarial de 4,39%. Essa é mais uma demonstração que tem como propósito contribuir para a pacificação do conflito e viabilizar o encerramento da greve. Infelizmente, por conta do descaso do Sindicato dos Rodoviários - que não enviou as escalas aos motoristas - e dos baderneiros que estão vandalizando coletivos e agredindo os profissionais que resolveram trabalhar, a operação de hoje, mais uma vez, não atingiu o percentual determinado pela Justiça, de 80%. O compromisso do Rio Ônibus é, acima de tudo, com os passageiros. Trabalhamos com total transparência e, ao contrário do que afirma a Prefeitura do Rio, os nossos dados já eram públicos e acessíveis a todos, inclusive à imprensa e à própria Prefeitura, muito antes da implantação do Jaé e do fim do dinheiro a bordo. O que não acontece com a Mobi-Rio, cujos dados não são disponíveis para consulta em tempo real. Mais uma vez, pedimos aos motoristas que se dirijam às garagens e retornem ao trabalho imediatamente. A população carioca precisa ser atendida". Já o Sindicato dos Rodoviários divulgou nota dizendo que o Rio ônibus tentou colocar a responsabilidade do não cumprimento da liminar da Justiça, que determinava a circulação de 80% da frota, nas costas do sindicato da categoria. Segundo Sebastião José, presidente do sindicato, a orientação foi a de cumprir a decisão judicial. De acordo com o sindicalista, somente por volta das 4h, ele tomou conhecimento da decisão que aumentava de 50 % para 80% o percentual mínimo da frota em circulação. Sebastião José informou ainda que não houve tempo hábil( para transmitir , determinação) mas que chegou a gravar vídeos pedindo para a categoria cumprir a decisão judicial.
Greve de ônibus: Rio Ônibus culpa baderneiros e Sindicato dos Rodoviários por frota na rua não chegar a 80%
Nota diz ainda que, independentemente das negociações que estão em curso, os motoristas terão um reajuste salarial de 4,39% no próximo pagamento
















