Aumento reivindicado é de 17%, aumento do piso salarial e melhorias trabalhistas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Passageiros tentando entrar num ônibus do BRT no Terminal Alvorada durante a paralisação dos rodoviários — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 06/07/2026 - 11:55 Greve dos Rodoviários no Rio: Impasse Salarial e Caos no Transporte Os rodoviários do Rio, em greve há uma semana, reivindicam aumento salarial de 17% e melhorias trabalhistas. O sindicato das empresas propôs 4,5% de reajuste e cesta básica, alegando dificuldades financeiras. A proposta será apresentada à categoria, que decidirá nesta terça-feira. A greve gerou caos no transporte, com menos de 50% da frota circulante, causando lotação nos pontos de ônibus. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO É realizada, na manhã desta segunda-feira, no Tribunal Regional do Trabalho, a terceira audiência de mediação do dissídio coletivo dos rodoviários do Rio. O sindicato das empresas de ônibus ofereceu subir de 4,39% para 4,5% o aumento e fez a oferta de cesta básica. Houve alegação de que a situação financeira das empresas é ruim. O Sindicato dos Rodoviários disse que não defenderá esta proposta na assembleia da categoria marcada para amanhã às 16h em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio. Mas vai apresentá-la, mesmo sem acreditar que ela seja aprovada. Greve A greve dos rodoviários começou há uma semana e tem como principal ponto de conflito as reivindicações salariais e trabalhistas da categoria. Os trabalhadores exigem reajuste salarial de 17%, piso de R$ 5 mil para motoristas que dirigem ônibus articulados do BRT e de R$ 4 mil para os demais motoristas. Também estão em pauta: vale-alimentação de R$ 1 mil;plano de saúde;jornada de trabalho de sete horas e meia;manutenção do passe livre para a categoria;indenização dos 30 minutos de intervalo para almoço;fim dos contratos temporários e contratação pelo regime da CLT para os profissionais do BRT. Terceiro dia de greve dos rodoviários do Rio 1 de 14 Terceiro dia de greve dos rodoviários no Rio. BRT lotado na altura da Taquara — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo 2 de 14 Ponto de ônibus em São Cristovão — Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo X de 14 Publicidade 14 fotos 3 de 14 Terminal de ônibus na Taquara — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo 4 de 14 A longa fila no Terminal da Taquara — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo X de 14 Publicidade 5 de 14 Passageiros no Terminal de Deodoro sem conseguir ônibus para seguirem para seus destinos — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo 6 de 14 Filas no terminal gentileza — Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo X de 14 Publicidade 7 de 14 Passageiros tentam entrar num ônibus do BRT no Terminal Alvorada — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo 8 de 14 Ponto de ônibus na Av Francisco Bicalho — Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo X de 14 Publicidade 9 de 14 Ponto de ônibus na Leopoldina — Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo 10 de 14 Terminal Alvorada — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo X de 14 Publicidade 11 de 14 Na foto, longas filas se formaram no Terminal Gentileza — Foto: Márcia Foletto 12 de 14 Na foto, longas filas se formaram no Terminal Gentileza — Foto: Márcia Foletto X de 14 Publicidade 13 de 14 Na foto, ponto de ônibus de São Cristóvão, na Avenida Osvaldo Aranha — Foto: Márcia Foletto 14 de 14 Na foto, ponto de ônibus que vão para a Zona Sul, na Leopoldina — Foto: Márcia Foletto X de 14 Publicidade Os rodoviários do Rio pararam suas atividades na segunda-feira e na terça-feira passadas. Com isso, a frota que circulou nas ruas foi menor que os 50% exigidos, de 1.800 coletivos. O que se viu nas ruas foram pontos de ônibus lotados e filas enormes. Na chegada de algum ônibus, passageiros disputavam para conseguir entrar. Na quarta-feira, após um pedido do TRT, rodoviários retomaram as atividades, mas mantiveram o estado de greve.