PUBLICIDADE Representantes da categoria recusaram os 5% de reajuste salarial e mantiveram estado de greve. Categoria queria inicialmente 17% e depois baixaram para 12% 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Rodoviários rejeitam proposta de empresas de ônibus, durante audiência no TRT — Foto: Jozyane Barbosa RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/07/2026 - 13:30 Rodoviários rejeitam 5% de reajuste e mantêm estado de greve Rodoviários rejeitaram a proposta de 5% de reajuste salarial das empresas de ônibus, mantendo o estado de greve. Inicialmente, a categoria pediu 17%, reduzindo para 12%. O presidente do sindicato, Sebastião José, afirmou que não apresentará a proposta aos motoristas, pois poderia reiniciar a greve. Nova audiência no TRT foi agendada. Empresas discutirão outros benefícios, mas não planejam novo reajuste salarial. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Motoristas e empresários de ônibus não chegaram a um consenso, durante audiência realizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), no final da manhã desta quarta-feira. As empresas ofereceram reajuste salarial de 5% contra os 12% pedidos pela categoria. O presidente do Sindicato dos Rodoviários Sebastião José rejeitou a proposta e enfatizou que não tem como levá-la aos motoristas. Com isso, o estado de greve foi mantido e uma nova rodada de negociações foi marcada para a próxima quarta-feira. – Na categoria, o clima é de revolta. Não tem como levarmos apenas esta proposta de reajuste à assembleia com os motoristas. Se eu chego lá com proposta de 5% será iniciada uma nova greve. Nós chegamos no limite – afirma Sebastião José – Nós precisamos também de outras propostas como o intervalo e o ticket alimentação. Inicialmente, os trabalhadores pediram reajuste salarial de 17% e depois baixaram para 12%. De acordo com os representantes da Rio Ônibus, o sindicato patronal, não haverá uma nova proposta de ajuste salarial. Entretanto, os empresários irão se reunir para debater outras questões como cesta básica. Outro pedido dos motoristas é que o intervalo de 30 minutos seja reajustado. Sebastião José também pediu que os empresários cumpram o que prometeram em audiência. Segundo ele, apesar de acordados na reunião passada, os empresários descontaram dos trabalhadores os dias de greve. A promotoria lembrou que a greve dos motoristas é constitucional e legal e pediu cautela aos empresários, tendo destacado que os trabalhadores estão abertos a negociações e flexibilizaram o pedido de reajuste. No último dia 2, a classe suspendeu a paralisação que durou três dias, na esperança que as negociações avançassem. Como na última audiência o Sindicato dos Rodoviários rejeitou a proposta de aumento de 4,5% oferecida pelo Sindicato das Empresas de Ônibus (Rio Ônibus) ficou mantido o estado de greve. (*) estagiária sob a orientação de Leila Youssef