Declarações do presidente do Fed de que “os riscos à inflação parecem ter diminuído nas últimas semanas", contribuem para queda nos rendimentos dos Treasuries e abrem espaço para um alívio global O dólar desacelerou sua trajetória de alta, tanto no exterior quanto no Brasil, em movimento alinhado ao dos mercados de juros. Ao mesmo tempo, as bolsas de Nova York e o Ibovespa se afastaram das mínimas da sessão. Declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, de que “os riscos à inflação parecem ter diminuído nas últimas semanas", contribuíram para uma queda nos rendimentos dos Treasuries, o que abriu espaço para um alívio global. Perto das 11h, o dólar comercial subia 0,35%, aos R$ 5,1808 no segmento à vista, enquanto o dólar futuro para agosto subia 0,36%, a R$ 5,2190. O euro comercial subia 0,11%, aos R$ 5,9022. Ao mesmo tempo, o índice DXY desacelerou o movimento de alta e, após tocar as máximas de 101,60 pontos, recuou aos 101,22 pontos, próximo do ajuste do dia anterior. Os rendimentos dos Treasuries também passaram a cair: o juro da T-note de 2 anos, que operava na faixa dos 4,200%, é negociado a 4,156%, de 4,195% do encerramento anterior. Neste contexto, os juros futuros locais também perderam altitude. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2028 oscilava de 13,985% para 14,01%. Nas máximas, chegou a 14,07%. No mercado de renda variável local, o Ibovespa caía 0,45%, a 171.308 pontos. Ao mesmo tempo, o Dow Jones caía 0,08%, o S&P 500 recuava 0,26% e o Nasdaq cedia 0,55%. O Brent para setembro recuava 1,14%, a US$ 72,12 o barril na ICE. Já o ouro para agosto avançava 1,61%, a US$ 4.103,50 a onça. Kevin Warsh, presidente do Federal Reserve — Foto: Tierney L. Cross/Bloomberg
Dólar e juros reduzem alta e bolsas se afastam das mínimas após falas de Warsh
Declarações do presidente do Fed de que “os riscos à inflação parecem ter diminuído nas últimas semanas", contribuem para queda nos rendimentos dos Treasuries e abrem espaço para um alívio global








