O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu adiar a votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que cria regras especiais de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias e efetiva vínculos temporários em todo o Brasil.
Alcolumbre manteve parte do rito tradicional das PECs, que exigem dois turnos de votação, com cinco sessões de discussão antes do primeiro e três antes da segunda. Ele disse, quando chegou ao Senado, que seguiria "o rito constitucional".
Ao abrir a sessão, o senador afirmou que vem sendo atacado como um "homem da pauta-bomba" por ter incluído a PEC na pauta como uma suposta retaliação ao governo federal. "Está impossível, são mentiras contadas repetidas vezes", disse.
A coluna Painel, da Folha, mostrou que Alcolumbre avisou ao governo que não aceleraria a tramitação do texto.
O presidente do Senado afirmou no plenário que ao menos 70 senadores assinaram o pedido de urgência na tramitação da proposta. Por fim, Alcolumbre disse que manterá as cinco sessões de discussão e, após a votação em primeiro turno, colocará em análise a chamada "quebra de interstício", para dispensar a realização de outras três sessões de discussão antes da segunda votação.













