"Não nos parece que essas medidas tenham impacto macroeconômico", diz ministro da Fazenda ministro da Fazenda, Dario Durigan, negou, nesta segunda-feira (29) que o anúncio do programa Desenrola Adimplentes, voltados aos brasileiros informais que pagam as contas em dia, tenham impactos macroeconômicos que atrapalhem a política monetária. Ele disse que a conclusão seria uma “enorme forçação de barra". O Banco Central (BC) incluiu, no balanço de riscos para a inflação, medidas de estímulos ao consumo. Para Durigan, o trabalhador informal não acessa o crédito consignado e não tem garantia própria. Ele afirmou que os informais recorrem ao Crédito Direto ao Consumidor (CDC), com taxas de juros "mais caras do país", além de ser um programa voltado para uma operação que já está em curso. "Não nos parece que essas medidas tenham impacto macroeconômico", disse. "Não são medidas de estímulo que atrapalham a política monetária", acrescentou. Durigan comentou ainda sobre medidas de desoneração e subvenção aos combustíveis. O ministro afirmou que a redução contribuiu para mitigar os impactos da guerra do Oriente Médio no Brasil e ajuda na política monetária. Para o ministro, as medidas anunciadas não afetam provocam "distorções" econômicas. "Nós temos adotado medidas que melhoram a vida das pessoas, atendem pontualmente os setores, mas não criam desbalanço macroeconômico", declarou. O ministro da Fazenda, Dario Durigan — Foto: Washington Costa/MF
Durigan nega que Desenrola Adimplentes atrapalha política monetária: ‘Enorme forçação de barra'
"Não nos parece que essas medidas tenham impacto macroeconômico", diz ministro da Fazenda











