Projeto prevê ainda a implementação de outras 13 UTIs inteligentes na rede pública pelo país e a construção do primeiro hospital inteligente em São Paulo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ministério da Saúde inaugura 1ª UTI inteligente do SUS no Rio. — Foto: Walterson Rosa / Ministério da Saúde RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/06/2026 - 11:20 Inauguração da Primeira UTI Inteligente do SUS no RJ com IA Avançada O Ministério da Saúde inaugurou a primeira UTI inteligente do SUS no Rio de Janeiro, integrando a Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes. O projeto, com investimento de R$ 180 milhões, inclui IA para prever riscos e priorizar atendimentos, e prevê mais 13 UTIs no Brasil e um hospital inteligente em SP. A tecnologia visa acelerar diagnósticos e tratamentos, prometendo eficiência e redução no tempo de internação. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O Ministério da Saúde inaugurou, no último sábado, a primeira Unidade de Terapia Intensiva (UTI) inteligente do Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A unidade é a primeira da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS, que prevê ainda a implementação de outras 13 UTIs do tipo pelo país e a construção do primeiro hospital totalmente inteligente da rede pública, em São Paulo. Com investimento de mais de R$ 180 milhões, as novas UTIs terão tecnologias que avisam quando o paciente piora, usam inteligência artificial (IA) para prever riscos e priorizar atendimentos e mostram os dados mais importantes diretamente no prontuário do paciente. — A integração dos dados dos monitores permite identificar precocemente sinais de melhora ou de agravamento do quadro clínico, possibilitando intervenções mais rápidas, com ajustes na conduta e no tratamento antes que o paciente apresente uma piora. Com isso, aumentamos as chances de recuperação, reduzimos o tempo de permanência na UTI, ampliamos a rotatividade dos leitos e diminuímos a espera de quem precisa de atendimento — disse, na inauguração, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Além disso, segundo a pasta da Saúde, serão adotadas, nas unidades, cirurgia robótica, medicina de precisão e análises por IA para melhorar resultados e eficiência. Ambulâncias 5G transmitirão os sinais vitais em tempo real para acelerar o atendimento pré‑hospitalar. A fase inicial de implementação das UTIs inteligentes engloba a conexão de 60 leitos no hospital da UFRJ e em outras seis instituições de referência no Amazonas, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco e Porto Alegre, 10 em cada unidade. Depois da validação dessa etapa, o Ministério da Saúde prevê a ampliação da rede para 280 leitos inteligentes em 14 UTIs, distribuídas em 13 estados brasileiros. São elas: São Paulo/SP: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP);Rio de Janeiro/RJ: Hospital Federal do Bonsucesso;Rio de Janeiro/RJ: Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);Belo Horizonte/MG: Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG);Brasília/DF: Hospital Universitário de Brasília da Universidade de Brasília (HUB-UNB);Salvador/BA: Hospital Geral Roberto Santos;Recife/PE: Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP);Fortaleza/CE: Hospital Geral de Fortaleza (HGF);Teresina/PI: Hospital Getúlio Vargas;Belém/PA: Hospital Beneficente Portuguesa;Curitiba/PR: Hospital Universitário Evangélico Mackenzie - HUEM;Porto Alegre/RS: Hospital Nossa Senhora da Conceição - GHC;Dourados/MS: Hospital Regional de Dourados (HRD);Manaus/AM: Hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz. Em São Paulo, também será construído o primeiro hospital inteligente do SUS no futuro Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), que fará parte do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-USP). Para isso, foi assinado um contrato de R$ 1,7 bilhão com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), banco do BRICS. O ITMI ocupará uma área de 150 mil m² e atenderá cerca de 20 mil pacientes por ano, com 800 leitos dedicados a emergências de adultos e crianças nas áreas de neurologia, neurocirurgia, cardiologia, terapia intensiva e outras especialidades. Do total, 250 serão leitos de emergência, 350 de UTI e 200 de enfermaria, além de 25 salas cirúrgicas. O início das operações está previsto para 2027. Segundo a professora de Emergências da Faculdade de Medicina da USP, idealizadora do projeto, Ludhmila Hajjar, a expectativa é reduzir o tempo de atendimento, que é, em média, de 17 horas em São Paulo, para 2 horas. A nova rede do SUS também envolverá a modernização de unidades de excelência, entre elas o Hospital da Unifesp, em São Paulo, os hospitais federais, o Instituto do Cérebro e o novo hospital de Oncologia na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, e o novo Hospital do Grupo Hospitalar Conceição, no Rio Grande do Sul. Ao todo, serão investidos R$ 4,8 bilhões, incluindo o montante destinado à construção do hospital inteligente em São Paulo.
Ministério da Saúde inaugura 1ª UTI inteligente do SUS no Rio
Projeto prevê ainda a implementação de outras 13 UTIs inteligentes na rede pública pelo país e a construção do primeiro hospital inteligente em São Paulo










