27/06/2026 07h00 Atualizado há 53 minutos

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GERADO EM: 26/06/2026 - 17:42

O Museu Nacional, em reconstrução após o incêndio de 2018, avança com 75% das fachadas restauradas e 80% dos telhados refeitos. Novas exposições, "Bastidores da Ciência" e "Rescaldo das Memórias", aproximam o público do processo. Previsto para reabrir integralmente em 2029, o museu terá área expositiva três vezes maior, integrando tecnologia e acessibilidade. A reconstrução, orçada em R$ 527,7 milhões, já captou 69% dos recursos necessários.

Quem atravessa os portões da Quinta da Boa Vista nesta semana encontra um Museu Nacional ainda cercado por andaimes, mas cada vez mais próximo de reencontrar seu público. Com 75% das fachadas restauradas, 80% dos telhados refeitos e dois novos espaços expositivos abertos à visitação, o antigo Paço de São Cristóvão começa a revelar o museu que surgirá das cinzas do incêndio de 2018. Enquanto as exposições inéditas "Bastidores da Ciência" e "Rescaldo das Memórias" aproximam o público do processo de reconstrução, a instituição avança para uma nova fase: quando reabrir integralmente, em 2029, terá uma área expositiva três vezes maior do que a existente antes da tragédia, alcançando sete mil metros quadrados e reunindo tecnologia, acessibilidade, pesquisa e preservação histórica em um mesmo projeto.