Inédita no Brasil, mostra será inaugurada domingo (20), dia da festa de aniversário de 208 anos da instituição, na Sala das Vigas, onde começou o fogo em 2018; veja fotos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Vik Muniz transforma cinzas do incêndio do Museu Nacional em exposição inédita — Foto: Divulgação/Felipe Cohen RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 18/06/2026 - 19:35 Museu Nacional Exibe Obras de Vik Muniz Feitas com Cinzas do Incêndio O Museu Nacional inaugura a exposição "Rescaldo das Memórias" de Vik Muniz, utilizando cinzas do incêndio de 2018 como matéria-prima. A mostra, inédita no Brasil, abre no dia do aniversário de 208 anos do museu, na Sala das Vigas, com 11 fotografias e nove esculturas inspiradas em peças icônicas do acervo. Obras como o crânio de Luzia e a múmia de gato foram parcialmente resgatadas e estão em restauração. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO As cinzas do incêndio que destruiu o Museu Nacional, em 2018, serviram de matéria-prima para o artista plástico Vik Muniz criar fotografias e esculturas da série "Museu de Cinzas", que serão expostas no próprio museu a partir de domingo (21), quando a instituição faz festa para celebrar seus 208 anos. As peças formam o núcleo central da mostra "Rescaldo das Memórias", que será montada na Sala das Vigas, onde começou o fogo que destruiu o espaço. Rescaldo das Memórias': Vik Muniz transforma cinzas do Museu Nacional em arte 1 de 8 Rescaldo das Memórias': Vik Muniz transforma cinzas do Museu Nacional em arte — Foto: Divulgação 2 de 8 Rescaldo das Memórias': Vik Muniz transforma cinzas do Museu Nacional em arte — Foto: Divulgação X de 8 Publicidade 8 fotos 3 de 8 Rescaldo das Memórias': Vik Muniz transforma cinzas do Museu Nacional em arte — Foto: Divulgação 4 de 8 Rescaldo das Memórias': Vik Muniz transforma cinzas do Museu Nacional em arte — Foto: Divulgação X de 8 Publicidade 5 de 8 Rescaldo das Memórias': Vik Muniz transforma cinzas do Museu Nacional em arte — Foto: Divulgação 6 de 8 Rescaldo das Memórias': Vik Muniz transforma cinzas do Museu Nacional em arte — Foto: Divulgação X de 8 Publicidade 7 de 8 Rescaldo das Memórias': Vik Muniz transforma cinzas do Museu Nacional em arte — Foto: Divulgação 8 de 8 Rescaldo das Memórias': Vik Muniz transforma cinzas do Museu Nacional em arte — Foto: Divulgação X de 8 Publicidade A mostra reúne 11 fotografias e nove esculturas inspiradas em peças emblemáticas do acervo, como exemplares da coleção de Egiptologia, artefatos indígenas, espécimes da fauna pré-histórica brasileira e objetos da coleção de História Natural. Um outro trabalho da série reproduz o crânio de Luzia — o fóssil humano mais antigo das Américas — e está exposto na retrospectiva do artista no CCBB. Exposição ocupa Sala das Vigas, onde começou o incêndio que destruiu o Museu Nacional — Foto: Divulgação/Diogo Vasconcellos As esculturas foram produzidas com impressores 3D em colaboração com pesquisadores do Laboratório de Processamento de Imagem Digital (LAPID/UFRJ), responsável pela digitalização de parte significativa dos acervos do Museu antes do incêndio. Os modelos foram gerados a partir de arquivos digitais preservados antes da tragédia e revestidos com resíduos do incêndio. Achados e perdidos Algumas das peças que serviram como referência para a exposição foram resgatadas e estão em processo de restauração, como Luzia, cujo crânio foi parcialmente encontrado após o incêndio e segue em processo de reconstituição. A múmia de gato da coleção de Egiptologia também teve os fragmentos ósseos recuperados e continuam sendo estudados, assim como a estátua egípcia de Menkheperre, já totalmente restaurada. Outros itens não tiveram a mesma sorte. A exposição inclui referências a exemplares que não foram recuperados, como o dinossauro Staurikosaurus pricei, considerado um dos mais antigos representantes dos dinossauros, e o tigre-dente-de-sabre Smilodon populator.
Museu Nacional abre exposição de Vik Muniz com obras feitas das cinzas do incêndio que destruiu espaço
Inédita no Brasil, mostra será inaugurada domingo (20), dia da festa de aniversário de 208 anos da instituição, na Sala das Vigas, onde começou o fogo em 2018; veja fotos






