O professor Vander Masoco, 47, costumava jogar futebol pelo menos duas vezes ao mês. Como muitos atletas de fim de semana, convivia com dores musculares e cansaço após as partidas, mas continuava entrando em campo sem imaginar que sofreria uma lesão grave.
Durante uma arrancada em um jogo, sentiu a parte posterior da coxa direita "estourar". O diagnóstico foi uma lesão muscular grau 3, próxima de uma ruptura completa. Masoco ficou quatro meses afastado das atividades físicas. "Continuei andando, mas com dificuldade de fazer qualquer esforço. Fiz 30 sessões de fisioterapia", afirma.
Após o machucado, ele passou a dar mais importância ao fortalecimento muscular e aos sinais do corpo. "Com o passar da idade, a gente vai perdendo a força, a massa magra. Recentemente, tive um incômodo na coxa de novo e saí do jogo para não agravar. Não tenho preparo de jogador profissional, sou atleta de final de semana", diz.
Com o início da Copa do Mundo, o entusiasmo pelo futebol aumenta, assim como o encontro com os amigos para a tradicional pelada. Mas depois de uma semana inteira sentado diante do computador, não são poucos os que entram em campo sem preparo físico. O resultado pode ser pior que perder de goleada: dores, torções, inchaços e lesões.
















