Criada em 1935, conceito explica grau de destruição potencial de abalos sísmicos no mundo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 'Há gente viva e ninguém vem salvar', diz mãe de pessoa soterrada sob edifício de 12 andares que desabou após terremotos na Venezuela — Foto: AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/06/2026 - 09:24 Venezuela Sofre Com Terremotos Devastadores e Deixa 164 Mortos Dois terremotos abalaram a Venezuela, com magnitudes de 7,2 e 7,5, resultando em 164 mortos e 971 feridos. A Escala Richter, desenvolvida em 1935, mede a intensidade dos tremores com base em dados de sismógrafos. Cada aumento de grau representa uma força 10 vezes maior. Contudo, a gravidade depende também de fatores como profundidade e infraestrutura. A Escala de Magnitude de Momento é hoje mais precisa. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Dois terremotos atingiram a Venezuela nesta quinta-feira (25), com magnitudes de 7,2 e 7,5. As fortes movimentações sísmicas deixaram ao menos 164 mortos e 971 feridos, segundo o balanço mais recente divulgado pela presidente interina, Delcy Rodríguez. Equipes seguem procurando desaparecidos sob os escombros em diferentes regiões do país. Como funciona a Escala Richter? Criada em 1935 pelo sismólogo americano Charles F. Richter, a escala serve para medir a intensidade dos terremotos com base nos dados registrados por aparelhos chamados sismógrafos, aqueles dispositivos capazes de detectar movimentos no solo. A escala considera especialmente a duração do tremor e a amplitude das ondas sísmicas. Sua característica mais marcante é o crescimento logarítmico: cada grau a mais representa uma força 10 vezes superior à anterior. Ou seja, um tremor de 8,8 como o ocorrido nesta quarta-feira libera energia 10 vezes maior que um terremoto de magnitude 7,8, e cem vezes mais que um de 6,8. A Escala Richter não tem um limite máximo teórico. Na prática, no entanto, o maior terremoto já registrado foi o de 1960, no Chile, que atingiu 9,5 graus e deixou quase 6 mil mortos. Já eventos com magnitude entre 8,0 e 8,9 ocorrem, em média, apenas uma vez a cada ano no mundo, segundo registros internacionais. Apesar do número alto impressionar, a magnitude não é o único fator determinante para a gravidade de um terremoto. Fatores como profundidade do hipocentro, proximidade com áreas densamente povoadas e a infraestrutura local também são cruciais para entender os danos causados. Um exemplo é o terremoto de 7,0 graus que atingiu o Haiti em 2010, que foi menos potente, mas extremamente letal, com cerca de 300 mil mortes. Atualmente, muitos sismólogos utilizam também a Escala de Magnitude de Momento (Mw), mais adequada aos sismógrafos modernos e com maior precisão para eventos sísmicos de grande escala.
Terremoto na Venezuela: entenda como funciona a Escala Richter, que classifica forças de terremotos
Criada em 1935, conceito explica grau de destruição potencial de abalos sísmicos no mundo
















