PUBLICIDADE Com atriz premiada no Festival de Veneza, longa é dirigido pelo chinês Cai Shangjun; Bonequinho olha 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 'O sol nasce para todos': Com atriz premiada no Festival de Veneza, longa é dirigido pelo chinês Cai Shangjun — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/06/2026 - 11:49 "Drama 'O Sol Nasce para Todos': Complexidade Emocional e Temas Maduros" "O Sol Nasce para Todos", dirigido por Cai Shangjun, é um drama que evita didatismos e lições de moral, destacando-se pela complexidade emocional. O filme acompanha Meiyun (Xin Zhilei), que descobre estar grávida enquanto enfrenta um passado complicado com seu ex, Baoshu (Zhang Songwen), condenado injustamente por um crime. A obra explora temas de culpa, amor e comunicação de forma madura, sem oferecer soluções fáceis. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO No hospital, Meiyun (Xin Zhilei) descobre sua gravidez, que inspira cuidados. Seu namorado, casado, vem recebendo ameaças pelo telefone. Mas essa é uma trama paralela de “O sol nasce para todos”, do chinês Cai Shangjun, que rendeu a Xin uma merecida Coppa Volpi de melhor atriz no Festival de Veneza 2025. O verdadeiro drama se desenrola aos poucos. Na sala de espera, a protagonista vê Baoshu (Zhang Songwen, ótimo), seu ex, ali para tratar um câncer. Anos atrás, Baoshu levou a culpa por uma batida e fuga de carro, quando Meiyun estava dirigindo, e foi condenado a cinco anos de prisão. Ela visitou seu amado durante meses. Depois, sumiu. “Gratidão pesa mais do que amor”, diz Meiyun, determinada a pagar sua dívida. Mas será possível recompensar tal gesto de devoção? Cai, que ganhou o Leão de Prata de direção em Veneza em 2011 com “People mountain people sea”, dota sua trama um tanto novelesca de dilemas morais complicados, sem didatismos e lições de moral. Aqui, o peso da mentira, a culpa, a falta de comunicação, o amor que persiste em meio a tantos sentimentos contraditórios. Meiyun é uma personagem feminina rara. Nem tudo o que ela faz está explicado para si mesma, que dirá para Baoshu ou para o espectador. Sempre olhou para a frente, mas descobriu que não é tão fácil esquecer o passado. O diretor cria cenas memoráveis, como a do elevador, que resume a dinâmica do casal. Em compensação, uma de violência parece deslocada. Mas, em geral, trata as relações humanas com maturidade e complexidade, como deve ser. Cotação: Bonequinho olha