Painel de 14,4 metros é destaque de mostra 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Narrativa. O trabalho de Rodrigo Borges propõe uma reflexão sobre lembrança, esquecimento e permanência — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 19/06/2026 - 17:27 Exposição "O jardim da memória" de Rodrigo Borges no Museu da República explora memória e esquecimento A exposição "O jardim da memória" de Rodrigo Borges, na Galeria do Lago no Museu da República, é marcada por um painel de 14,4 metros que reflete sobre memória e esquecimento. A obra, que combina desenho e texto, é acompanhada por 24 estudos em grafite. Com curadoria de Isabel Portella, a mostra gratuita permanece aberta até 6 de setembro, convidando o público a explorar a interação entre realidade e imaginação. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O artista visual Rodrigo Borges abriu ao público a exposição “O jardim da memória” na Galeria do Lago, no Museu da República, no Catete. A mostra apresenta como peça central um painel de grandes dimensões que se estende por quase toda a galeria e propõe uma reflexão sobre lembrança, esquecimento e permanência. A visitação é gratuita e segue até 6 de setembro. — Meu trabalho tem muito sobre lendas, histórias e a personificação de arquétipos. Gosto de criar o universo onde minhas personagens habitam. Um lugar onde a floresta é o centro de tudo. Um lugar onde o fantástico coexiste com o mundano e não causa espanto. Eu gosto de falar sobre o tempo, sobre o efêmero. Queria trazer alguma coisa diferente. Resolvi fazer a saga da memória em busca de uma lembrança esquecida. A memória é algo que pertence ao universo do tempo, apesar de ela olhar só para trás— resume o artista. Produzida com técnica mista que combina desenho e texto, a obra tem 1,5 metro de altura e 14,4 metros de comprimento. O conjunto expositivo inclui ainda 24 estudos em grafite realizados durante a elaboração do trabalho, permitindo ao público acompanhar parte do processo criativo do artista. Esta é a segunda individual de Borges. O painel foi desenvolvido ao longo de mais de dois meses de trabalho contínuo em ateliê. A curadoria é de Isabel Portella. No centro da narrativa está a personagem Memória, representada por uma criança que percorre os jardins do museu em busca de uma recordação perdida. Ao longo desse trajeto, referências temporais se embaralham e os espaços se transformam, criando um percurso marcado por mudanças de escala e pela fusão entre realidade e imaginação. A obra incorpora elementos presentes no próprio Museu da República, como a fachada do palácio, o relógio e o portão, aproximando o espaço expositivo do universo criado pelo artista. Em vez de oferecer respostas definitivas, o trabalho propõe diferentes interpretações sobre o ato de lembrar e sobre aquilo que permanece após a passagem do tempo. A exposição pode ser visitada de terça a domingo, das 11h às 17h. O museu fica na Rua do Catete 153.