Inauguração acontece no dia 30 de junho; atividades incluem mostra de filmes em parceria com o MAM-RJ 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Vidas Importam - Memória visual da pandemia de Covid-19 no Rio de Janeiro — Foto: Divulgação/Erbs Jr. RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/06/2026 - 20:26 Exposição no Rio aborda Covid-19 e seu legado para o futuro A exposição "Vida Reinventada - A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro" será inaugurada em 30 de junho no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio. Idealizada por Nísia Trindade Lima, a mostra explora memória, verdade e justiça relacionadas à pandemia, destacando ciência e arte como pilares. Com entrada gratuita, inclui filmes em parceria com o MAM-RJ e seminários com a SBPC. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma exposição sobre a pandemia chega ao Rio no dia 30 de junho, no Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), localizado no Centro do Rio. Chamada de "Vida Reinventada - A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro", a mostra foi concebida pela Nísia Trindade Lima, primeira mulher a ser presidente da Fiocruz e Ministra da Saúde. A entrada é gratuita. A proposta da exposição, segundo o Ministério da Cultura, é promover uma reflexão profunda sobre memória, verdade e justiça, considerando-os elementos indispensáveis para a elaboração e superação do trauma coletivo, consequência da pandemia. — Reinventar a vida implica também transformar o futuro. A exposição busca dar ênfase à dimensão subjetiva e, ao mesmo tempo, entender a dimensão política de todo o processo e a luta por prevenir, preparar e responder de forma coletiva e adequada a futuras emergências em saúde — explica a ex-ministra. O projeto expográfico e a cenografia são assinados por André Cortez, um dos principais cenógrafos brasileiros, com trajetória consolidada em teatro, ópera e exposições. — A pandemia nos lançou ainda mais fundo nos corpos digitais, que nos salvaram, mas também nos ameaçaram. A criatividade humana (coletiva) sempre floresceu diante do desafio, seja para ampliar o conforto físico e espiritual, seja para nos salvar. Durante a pandemia, muitas redes humanas foram criadas — diz André Cortez. A exposição dá destaque para o papel da ciência, da pesquisa e da inovação na superação da crise sanitária, ao mesmo tempo em que valoriza a arte como registro e interpretação da realidade. Assim, transforma dor, luto, resiliência e reinvenção em expressões que promovem o diálogo entre cultura, ciência, história e sociedade. Entre as ações complementares da exposição, estão previstos um ciclo de seminários em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), uma mostra de filmes em parceria com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) e rodas de leitura realizadas em conjunto com a Fundação Biblioteca Nacional, ampliando o alcance cultural, científico e educativo do projeto. Serviço: Inauguração: 30 de junhoCerimônia de abertura às 18h.Local: Centro Cultural do Ministério da Saúde, Praça Marechal Âncora (Praça XV) Funcionamento: Terça-feira a sábado, das 10h às 17h