Investigação também mira operações supostamente irregulares em benefício da empresa controladora e levou ao bloqueio judicial de até R$ 670 milhões em bens 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Bispo Edir Macedo discursa em evento da Igreja Universal no estádio do Maracanã, no Rio — Foto: Reprodução/Igreja Universal RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/06/2026 - 07:48 Banco Digimais sob investigação por fraude financeira envolvendo Edir Macedo A Polícia Federal investiga o Banco Digimais, vinculado ao bispo Edir Macedo, por suspeita de manipulação de balanços para ocultar sua real situação financeira. A Operação Miragem, iniciada após relatórios do Banco Central, bloqueou até R$ 670 milhões em bens. As fraudes incluiriam supervalorização de ativos e receitas fictícias, dificultando a supervisão e beneficiando a controladora do banco. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Federal suspeita que administradores do Banco Digimais, instituição do grupo do bispo Edir Macedo, tenham manipulado balanços e demonstrações contábeis para esconder a real situação econômico-financeira da instituição e aparentar solvência perante os órgãos de fiscalização. As suspeitas são alvo da Operação Miragem, deflagrada nesta terça-feira, que cumpre mandados de busca e apreensão em São Paulo e determinou o bloqueio de até R$ 670,3 milhões em bens dos investigados. A investigação teve início após a análise de relatórios elaborados pelo Banco Central, que identificaram indícios de graves irregularidades na condução dos negócios da instituição financeira. A partir desse material, a Polícia Federal passou a examinar a atuação dos administradores do banco e a forma como informações contábeis eram registradas e apresentadas aos órgãos de fiscalização. Segundo os investigadores, as inconsistências encontradas indicam que o suposto esquema não se limitava à elaboração dos balanços. A apuração aponta que ativos podem ter sido supervalorizados e receitas contabilizadas artificialmente, criando uma percepção de solidez financeira incompatível com a realidade econômica da instituição. Os policiais também investigam operações financeiras supostamente realizadas em benefício da empresa controladora do banco, além da possível inserção e manipulação de dados em sistemas oficiais utilizados pelo órgão regulador. Essas medidas, na avaliação da PF, podem ter dificultado a identificação da real situação patrimonial da instituição e comprometido os mecanismos de supervisão. Ao longo da investigação, os agentes reuniram elementos que levaram a Justiça Federal a autorizar medidas cautelares para preservar provas e assegurar eventual reparação financeira. As diligências desta terça-feira buscam aprofundar a coleta de documentos, registros eletrônicos e demais evidências que possam esclarecer a participação dos investigados no suposto esquema.
Edir Macedo: PF suspeita que balanços foram manipulados para esconder a real situação financeira de banco ligado a bispo da Igreja Universal
Investigação também mira operações supostamente irregulares em benefício da empresa controladora e levou ao bloqueio judicial de até R$ 670 milhões em bens













