Apelidada de Miragem, uma operação da Polícia Federal despencou sobre a cabeça do bispo Edir Macedo como uma praga do Egito. Mais de 50 agentes cumpriram nove mandados de busca e apreensão na manhã da terça-feira 23. Por ordem judicial foram bloqueados 670,3 milhões de reais da instituição financeira, por alegadas fraudes contábeis, gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos, operação de crédito com o controlador vedada por lei e indução ao erro de investidores e órgãos de controle. Segundo os investigadores, entre outras, os acionistas não cumpriram a determinação do Banco Central de injetar 250 milhões de reais no Digimais. Não só: para encobrir o rombo, a direção teria feito uma manobra, via empréstimo, de 741,3 milhões. No relatório, a PF afirma que o banco de Macedo adotou “práticas financeiras temerárias e estritamente análogas às do extinto Banco Master”.
À revelia, não
A Justiça da Flórida negou o pedido da plataforma Rumble e da Trump Media para julgar à revelia o ministro Alexandre de Moraes, do STF, por violação à Primeira Emenda dos Estados Unidos. Moraes mandou suspender perfis que pregavam o golpe de Estado e atacavam instituições brasileiras. O tribunal aceitou que a Advocacia-Geral da União conduza a defesa do magistrado. As empresas têm 14 dias para contestar o pedido de anulação do processo apresentado pelo juiz.











