A breve antologia religião e futebol que ocupará esta coluna no período da Copa aterrissa agora no território mexicano. Naquele país, uma das sedes deste mundial, uma imagem do menino Jesus se transformou no elemento central de uma disputa que tem mobilizado fiéis, torcedores e o clero local.
Ao que tudo indica, a história começou na década de 1960, quando torcedores começaram não somente a pedir aos santos que ajudassem seus clubes a serem campeões como foram além. Passaram a vestir um menino Jesus com uniformes de seus times.
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Teria sido em 1970, justamente durante o mundial também sediado pelo México, que a prática ganhou ainda mais popularidade. Na ocasião, uma imagem específica —o Santo Niño de Atocha, venerado na igreja de San Gabriel Arcángel, no bairro de Tacuba— foi vestida com calção, meiões e a camisa número 12 da seleção mexicana. A partir de então a igreja se tornou ponto de encontro dos torcedores devotos e passou a lotar a cada Copa.










