Primeira declaração da família pede apuração rigorosa e a elucidação do caso que levou à morte de Maria Eduarda aos 21 anos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Maria Eduarda Rodrigues — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/06/2026 - 12:07 Família de jovem morta em salto sem segurança pede justiça rigorosa A família de Maria Eduarda Rodrigues, jovem de 21 anos morta após um salto de rope jump sem equipamento de segurança em Limeira (SP), divulgou uma carta pedindo rigor na apuração do caso. Duda, como era conhecida, tinha muitos planos, incluindo casamento. A tragédia, que expôs falhas nos protocolos de segurança, envolve três instrutores acusados de homicídio com dolo eventual. A defesa alega que foi um incidente inédito na carreira deles. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A família de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, morta após ser lançada sem o equipamento de segurança de uma ponte em Limeira (SP), divulgou uma carta para se manifestar sobre o caso, ocorrido no dia 13 de junho. O texto faz um breve relato da vida de Duda, como era chamada pelas pessoas próximas, cita "muitos sonhos para o futuro" da jovem e cobra justiça. Essa é a primeira declaração oficial da família após a tragédia. A carta, datada do dia 20 de junho, diz que Maria Eduarda nasceu no dia 25 de dezembro (Natal), "sempre foi um verdadeiro presente para nossa família", e relata uma jovem alegre com bom humor e energia contagiante. A família revela que Duda estava "em um relacionamento de namoro e planejava se casar em breve, com o desejo de construir sua própria família". Ainda no documento, publicado pelo jornal Gazeta de Limeira e compartilhado no perfil da mãe de Maria Eduarda, a família pede apuração de responsabilidade sobre a tragédia "com rigor", e que "todos os envolvidos sejam devidamente responsabilizados por suas ações e omissões". Carta da família de Maria Eduarda Rodrigues após morte da jovem lançada sem cordas durante salto de rope jump — Foto: Reprodução/Gazeta de Limeira A morte de Maria Eduarda ganhou repercussão nacional devido à falta de protocolos de segurança dos três instrutores responsáveis, que não perceberam a ausência do equipamento no lançamento de 40 metros de altura. A jovem pagou R$ 180 pela experiência e desembolsou outros R$ 150 para que o salto fosse filmado com uma câmera 360 graus. O equipamento, que aparecia nas mãos dela antes da queda, ainda não foi localizado pelos investigadores. Os instrutores Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Maicon Fernandes Cintra, de 42, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27, tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva e respondem por homicídio com dolo eventual. Neste fim de semana, três novos suspeitos foram presos. De acordo com a investigação, não havia uma empresa formalmente constituída e regulamentada por trás da atividade. Para a delegada, os organizadores operavam de forma autônoma e utilizavam as marcas divulgadas nas redes para promover os saltos. A defesa dos três investigados sustenta que eles possuem ampla experiência na realização de atividades de aventura e argumenta que esta teria sido a primeira morte registrada em sua trajetória profissional. Em depoimento à polícia, dois deles afirmaram ter sofrido um “apagão” durante os procedimentos de preparação e não souberam explicar em que momento deixaram de prender as cordas. A Ponte do Esqueleto, estrutura ferroviária inacabada que hoje pertence à União, acumula histórico recente de acidentes. Em 2024, uma ciclista morreu após cair do viaduto, enquanto outras duas mulheres ficaram gravemente feridas em ocorrências registradas nos meses anteriores. A prefeitura de Limeira e a Secretaria de Patrimônio da União divergem sobre a responsabilidade pela fiscalização e pelo controle de acesso ao local.
'Planejava se casar': família de jovem morta lançada sem cordas de rope jump divulga carta e fala em crime 'inaceitável'
Primeira declaração da família pede apuração rigorosa e a elucidação do caso que levou à morte de Maria Eduarda aos 21 anos








