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O director do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), Rui Cardoso, usa o caso do Movimento Armilar Lusitano (MAL) — em que nove pessoas, foram esta semana acusadas de terrorismo, por alegadamente terem planeado actos como a invasão do Parlamento, um atentado com granada à casa do primeiro-ministro Luís Montenegro ou um ataque ao então Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com um lançador de foguetes antitanque portátil — para insistir que é necessário fazer alterações nas leis processuais penais, que permitam, por exemplo, apreender dados informáticos por via remota e oculta, como comunicações encriptadas através do WhatsApp e outras plataformas semelhantes.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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21 de Junho de 2026