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Faziam a identificação dos alvos responsáveis pelo "declínio da nação", compilavam listas, preenchiam folhas de Excel: dois arguidos encarregues desta actividade no Movimento Armilar Lusitano (MAL) estão em liberdade. Um deles estava em prisão preventiva há um ano, mas a procuradora que deduziu acusação de terrorismo contra nove arguidos considerou que "atenuou-se" o risco de continuação da actividade criminosa e pediu que o suspeito fosse libertado. Um juiz de instrução concordou e decretou esta sexta-feira a libertação do arguido.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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20 de Junho de 2026






