A transição para os carros elétricos tem acontecido, mas seu avanço ocorre mais lentamente do que muitos previam.
Há poucos anos, projeções indicavam que a maior parte da frota dos Estados Unidos seria elétrica até 2035. Mas esse cronograma ambicioso foi adiado por uma combinação de preços elevados, desinformação e mudanças no cenário político.
Planos elaborados durante anos pelas montadoras foram revistos, e dezenas de bilhões de dólares em investimentos precisaram ser reavaliados.
Ainda assim, a maioria das fabricantes continua convencida de que a eletrificação é inevitável. A próxima etapa dessa transição pode passar pelos veículos elétricos de autonomia estendida, conhecidos pela sigla EREV.
A tecnologia parece especialmente adequada para a realidade da América do Norte. Para entender por quê, vale primeiro decifrar o emaranhado de siglas que acompanha a eletrificação dos automóveis.













