Muitas vezes, sofremos intensamente pelo que está no campo das ideias pré-concebidas, das expectativas, dos planos e da imaginação. Coisas que podem estar a anos-luz de distância do mundo em que vivemos. E isso se reflete especialmente em nossos relacionamentos amorosos e sexuais. Mas mudar o jeito de olhar para isso pode ajudar a viver o melhor das relações.

Explicarei melhor, e com exemplos. Cada pessoa tem uma ideia de como deve ser o namoro ou relacionamento a dois. Nesse imaginário, há uma série de jeitos de ser, o que deve ser feito, como a pessoa deve agir e como a relação precisa funcionar. Assim, cada um tem seus próprios conjuntos de normas e regras que considera necessário para uma relação ideal.

Quando esses conjuntos de regras têm a ver com respeitar o jeito de ser de cada um, ter flexibilidade o suficiente para rever os acordos e dar novos significados ao que é importante, gera bons frutos.

O problema surge quando esse jeito pré-existente de olhar para as relações é um tanto rígido, engessado, sem espaço para as transformações da vida e nem para ajustes e readaptações. Aí é como se tudo tivesse que se encaixar em um padrão, custe o que custar. Isso não é nada bacana e muito menos gera bons relacionamentos.