São Paulo

Aliados e mesmo adversários de Jaques Wagner (PT-BA) avaliam que ele deve manter sua candidatura ao Senado, mesmo com o desgaste por ter sido alvo de operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (18).

O motivo é que Wagner hoje tem controle total sobre o diretório petista da Bahia, o que o deixa numa posição confortável para seguir como postulante a um novo mandato.

O prejuízo para ele seria outro, na avaliação de um adversário: mesmo antes do caso, ele já vinha aparecendo atrás do ex-ministro Rui Costa (PT) em pesquisas, em segundo lugar.

Ou seja, o entendimento agora é que a oposição poderia ter chance de eleger ao menos um candidato junto com Costa. São concorrentes por este campo o ex-ministro João Roma (PL) e o senador Angelo Coronel (Republicanos).