Corporação aponta que o senador foi o 'beneficiário central' de 'vantagens econômicas' pagas por integrantes do banco 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente Lula e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema — Foto: Montagem O GLOBO RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 18/06/2026 - 14:48 Zema Critica Wagner e Tensiona Relação com Bolsonarismo no Novo O pré-candidato Romeu Zema criticou Jacques Wagner, alvo da Operação Compliance Zero da PF, acusando-o de receber vantagens econômicas do Banco Master. Zema questionou a escolha de Wagner por Lula como líder no Senado, insinuando corrupção. A crise com o bolsonarismo se intensificou após críticas de Zema a Flávio Bolsonaro, levando a tensões dentro do partido Novo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O pré-candidato ao Planalto Romeu Zema (Novo) criticou o senador e líder do governo Lula, Jacques Wagner (PT-BA), que foi alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira. A corporação apontou que o petista foi o "beneficiário central" de "vantagens econômicas" pagas por integrantes do Banco Master. "E se gritar pega ladrão...", escreveu Zema em post no X, em referência ao clássico de Bezerra da Silva. — Vamos lembrar o seguinte: o líder do governo é aquele senhor que o próprio Lula escolheu para falar dele no Congresso. É a voz do presidente dentro do Senado. É por essa pessoa que o Lula se sente representado? Um indivíduo que está sendo investigado por corrupção no maior escândalo financeiro da história recente do Brasil? — questionou o mineiro. O ex-governador de Minas Gerais também escreveu que "sempre disse que na Bahia do PT foi onde tudo começou". Ele ressaltou que "dia após dia a verdade fica ainda mais clara". Por críticas feitas ao bolsonarismo envolvendo o caso Master, Zema passou a ser pressionado até mesmo dentro do Novo. O mineiro foi desconvidado de um evento marcado por seu partido em Santa Catarina para o início de julho. O posicionamento da sigla ocorreu após o ex-deputado Eduardo Bolsonaro sugerir um rompimento “geral” entre PL e Novo. Crise com o bolsonarismo A crise entre Zema e a família Bolsonaro, de quem foi apoiador à frente do governo mineiro, começou após a revelação das conversas entre Flávio e Daniel Vorcaro, dono do Master, classificadas como “inaceitável” por Zema. Desde então, o mineiro vem alternando entre novas críticas ao presidenciável do PL e recuos pontuais. No último fim de semana, em entrevista ao canal Brasil Paralelo, voltou a subir o tom: disse que “quem anda com bandido merece ser visto com cautela”. No último fim de semana, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro reagiu: “Que postura vagabunda, critica Flavio Bolsonaro apenas porque ele queria estar no lugar do Flávio. Por mim rompia geral com o Novo”, publicou.