O PCC (Partido Comunista de Cuba) aprovou nessa quarta-feira (17) um pacote de reformas econômicas destinadas a abrir mais setores para o investimento privado, atrair mais capital de cubanos no exterior e reduzir o tamanho do Estado.
As medidas foram tomadas em meio à severa crise que a ilha atravessa sob pressão dos Estados Unidos, que impôs sanções a empresas estrangeiras que investem no país e aumentou as restrições ao embarque de petróleo e outras mercadorias.
"O Comitê Central do Partido aprova novas propostas de transformações econômicas e sociais", informou a televisão estatal após uma sessão plenária extraordinária em Havana, convocada para debater quase 20 propostas neste sentido.
O PCC é o único partido legal na ilha comunista de 9,6 milhões de habitantes.
"A realidade nos impõe mudanças urgentes e necessárias", afirmou o líder cubano Miguel Díaz-Canel no discurso de encerramento de uma sessão extraordinária do Comitê Central do Partido Comunista, que aprovou um pacote de reformas para uma maior abertura econômica na ilha.











