Segundo o governador, o Estado terá mais capacidade de fiscalização, e os preços das tarifas não serão alterados Estação de Tratamento de Água Rio Manso, administrada pela Copasa — Foto: Divulgação O governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), disse a jornalistas, nesta terça-feira (16), que o processo de privatização da Copasa nunca teve o objetivo arrecadatório. Segundo ele, o propósito era garantir a capacidade de investimentos da companhia de forma a cumprir a meta de universalização de saneamento em MG antes do prazo obrigatório. Simões afirmou ainda que o Estado terá mais capacidade de fiscalização. E frisou que os preços das tarifas não serão alterados. Segundo ele, o governo mineiro tomou a decisão de não exercer o lote adicional no follow-on por entender que o preço da ação da Copasa ainda deve se valorizar, tendo em vista a alta demanda observada no mercado na transação. Com isso, manteve uma posição de 5%. O governador frisou que, mesmo que o governo decida pela venda no futuro, a “golden share”, que garante veto em temas relevantes na empresa, será mantida.

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