Segundo fontes, propostas de sócios estratégicos não atingiram preço mínimo estabelecido pelo Tribunal de Contas do Estado O governo de Minas Gerais adiou o processo de privatização da companhia de saneamento Copasa. A decisão pegou os investidores de surpresa e gerou uma onda de dúvidas e críticas no setor. O mercado esperava conhecer ontem o novo sócio de referência da empresa, mas, em vez disso, se deparou com um comunicado do governo mineiro informando que a oferta de ações seria interrompida, teria suas regras alteradas e passaria a seguir novo calendário. O motivo da interrupção do processo, segundo apurou o Valor, é que nenhuma das duas propostas recebidas - da Equatorial e de um consórcio formado pelos sócios da Aegea, com Itaúsa, GIC e Equipav - atingiu o preço mínimo estabelecido pelo Tribunal de Contas do Estado.
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