"Apocalip-se", que estreia em julho no Teatro Poeira, acompanha a relação entre um homem solitário e sua assistente virtual 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Jorge Caetano — Foto: Nil Caniné/ Divulgação A inteligência artificial e seus impactos nas relações humanas estão no centro de “Apocalip-se”, comédia musical que estreia no dia 2 de julho, no Teatro Poeira, em Botafogo. O espetáculo é estrelado por Jorge Caetano, com texto de Julia Spadaccini e Marcia Brasil, direção de Alexandre Mello e Jorge Caetano, e participação de Nina da Costa Reis. Misturando teatro, música ao vivo e projeções, a montagem acompanha um homem que encontra em uma assistente virtual sua principal companhia. A peça aborda temas como hiperconectividade, saúde mental, isolamento e a busca por conexões em um mundo mediado pela tecnologia. Em cena, os atores dividem o palco com os músicos Felipe Storino, Maurício Chiari, Paula Otero e Rafael Oliveira. A direção musical é assinada por Storino e Chiari, que também participam da criação das canções ao lado de Jorge Caetano. “Pode ser que a IA tenha aberto um vazio na gente porque, assim como a rede social, ela parece substituir o insubstituível, que é o outro, a presença imprevisível”, afirma a dramaturga Julia Spadaccini. Fruto de reflexões iniciadas durante a pandemia, “Apocalip-se” fica em cartaz de 2 de julho a 30 de agosto, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 19h.
Comédia musical discute os efeitos da inteligência artificial nas relações humanas
"Apocalip-se", que estreia em julho no Teatro Poeira, acompanha a relação entre um homem solitário e sua assistente virtual









