Uma coalizão de 33 entidades setoriais, federações empresariais e organizações da sociedade civil assinou um manifesto para defender uma agenda de competitividade com metas para 2030. O documento inclui propostas como elevar a taxa de investimento a 20% do PIB (Produto Interno Bruto), reduzir em 25% o 'custo brasil' em relação ao PIB e levar o país ao grupo dos 30 primeiros no ranking global de competitividade do IMD ( International Institute for Management Development).
O chamado 'custo brasil' é a soma de questões que encarecem a atividade econômica no país, como burocracia, complexidade tributária, insegurança jurídica, logística deficiente e energia cara, na visão de tais entidades.
Divulgadas nesta terça-feira (6), as propostas do setor produtivo e da sociedade civil têm sete eixos estratégicos.
Assinam a rodada Abrinq, AIPC, Fieb, Findes, Abiplast, Abit, Fiec, Abicalçados, Moveinfra, Abdib, Atgas, ABNT, AçoBrasil, Abratec, Logística Brasil, ABBD, Interfarma, ABTL, Cecafé, Usuport, Aexa, Bioenergia Brasil, Instituto República, Mais Progresso, Sindiveg, IBI, Firjan, ABBC, Abiogás, CLP, Anfavea, Abrace e Movimento Pessoas à Frente.
A avaliação das entidades é que entraves ligados a fatores como transformação digital, logística, regulação, contas públicas, capital humano, energia, acesso a capital e segurança pública reduzem a capacidade de investimento e inovação no país.











