Três a cada dez crianças e adolescentes brasileiros já estão expostos a três ou mais ameaças climáticas, segundo um relatório do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) divulgado nesta segunda-feira (15).
Isso significa que 16 milhões de meninos e meninas estão com sua saúde, educação e sobrevivência em risco no Brasil por conta dos eventos climáticos extremos, como ondas de calor, secas e tempestades.
Em todo o mundo, quase metade da população com menos de 18 anos, o que representa cerca de 1,1 bilhão de pessoas, está exposta a ao menos três riscos climáticos.
Para os responsáveis pelo relatório, com a previsão da ocorrência de um El Niño mais intenso neste ano, os governos precisam de forma urgente elaborar estratégias de proteção de crianças e adolescentes, que são mais vulneráveis e prejudicadas pelos eventos climáticos extremos.
O Relatório de Risco Climático das Crianças 2026 usa os dados mais recentes disponíveis para mapear a exposição das crianças e adolescentes às oito ameaças climáticas mais frequentes em todo o mundo: enchentes costeiras, secas, calor extremo, queimadas, ondas de calor, enchentes de rios, tempestades de areia e poeira e tempestades tropicais.










