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Os hospitais e centros de saúde de todo o país estiveram todo o dia com graves constrangimentos informáticos. Oito horas depois de ter sido anunciado que os sistemas estavam a ser repostos, grande parte das unidades de saúde ainda estavam sem acesso às aplicações clínicas. Os profissionais de saúde trabalharam “às escuras”, sem poderem consultar os processos dos doentes, os médicos do sector público e privado voltaram à prescrição manual e as farmácias não conseguiram dispensar medicamentos com comparticipação do SNS. Apesar de terem vários sistemas em baixo, os hospitais deram resposta.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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13 de Junho de 2026