O Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), juntamente com os Serviços Partilhados do Ministério da saúde (SPMS) e em articulação com a PJ, continua a realizar acções forenses, no âmbito do acesso indevido a dados de mais de 100 mil utentes do SNS, disse nesta segunda-feira à Lusa fonte oficial."O Centro Nacional de Cibersegurança foi notificado, no dia 21 de Maio, do incidente que afectou os sistemas de informação na área da prestação de cuidados de saúde do Sistema Nacional de Saúde [SNS]", disse a mesma fonte quando questionada pela Lusa.O CERT.PT, que é a equipa de resposta a incidentes nacional, e que funciona no âmbito do CNCS, "no exercício das suas atribuições legais e operacionais, tem acompanhado a situação junto dos responsáveis pelo funcionamento destes sistemas de informação, bem como junto das autoridades", salienta o Centro Nacional de Cibersegurança.Neste momento, "a situação está contida por acção da SPMS [Serviços Partilhados do Ministério da Saúde], com a desactivação das contas associadas ao incidente".O CNCS, "juntamente com a SPMS, e em articulação com a Polícia Judiciária [PJ], continua a recolher informação e a realizar as acções forenses consideradas necessárias para identificar os vectores de ataque utilizados neste caso", remata fonte oficial.