As falas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump - de que cancelou novos ataques ao Irã e que um acordo será assinado em breve - geraram um forte movimento de alívio nos ativos globais. A dissolução no prêmio de risco no barril de petróleo levou a uma queda acelerada dos juros internacionalmente e beneficiou os ativos de risco, levando Wall Street a ampliar os ganhos e o Ibovespa subir. O dólar passou a cair frente aos pares desenvolvidos e emergentes. Próximo às 14h40, o petróleo Brent com entrega para agosto recuava 3,35%, cotado a US$ 89,98 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O WTI com vencimento em julho tinha perdas de 3,25%, cotado a US$ 87,10, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Nos mercados internacionais, o índice Nasdaq subia 1,56%; o Dow Jones ganhava 1,51% e o S&P 500 avançava 1,12%. O rendimento da T-note de dois anos caía a 4,097%, de 4,158% do ajuste anterior, e a taxa da T-note de dez anos recuava 4,487%, de 4,559%. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, perdia 0,10%, aos 99,84 pontos. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 cedia de 14,48%, do ajuste da véspera, para 14,32%. O dólar recuava 1,09% contra o real, cotado a R$ 5,1155. O Ibovespa avançava 0,82%, aos 170.003,5 pontos.